Acreditar, sonhar, aprender, mudanças de atitudes e encorajamento. Essas são as mensagens transmitidas pelo CD “Urubububu: o musical!”, idealizado para crianças com letras e músicas compostas pela cantora e flautista Elizabeth Woolley, responsável pela produção executiva juntamente com Rita Cabral . Além dos arranjos e direção musical de Mane Silveira e Tiago Costa.
O musical conta com a participação dos músicos: Louise Woolley, Beto Caldas, Guello, Cleber, Silvinnho Mazzucca Jr., Pedro Simão, Tiago Costa, Mário Rocha, Daniel Allain, Mané Silveira, Lea Freire, Alexandre da Silva Silvério, Giuliano Rosas, Joel Geisger, Sidinei Borgani e Cleber de Almeida.
”Urubububu “conta com a narração de João Signorelli, roteiro escrito por William Tucci e Didi Oliveira e as participações dos atores e cantores: Letícia Bortoletto, Marli Bortoletto, Paulo Egidio C. J. de Camargo, Elza Gonçalves, Milene Moura Ribeiro, Rubens Caribe e Marco Antonio Pamio.
As crianças atuantes são: Lílian W Vagner, Julia Alves Costa, Laura Hesse, Júlia ( filha da pianista Louise Woolley Marcílio Godoi é responsável pelo projeto gráfico, Nice Araújo foi responsável pela maquiagem do elenco e Drielly Sales e Livia Leite são as estagiárias assistentes.
“Urubububu” é um trabalho com muita musicalidade, influências da música brasileira nas composições e nos arranjos. Elizabeth e os diretores musicais, com o intuito de incentivar a criança a apreciar os bons sons, trabalharam muito com instrumentos acústicos e orquestrais.
Nas primeiras 14 faixas, apenas são apresentadas as canções sem a narrativa e a participação dos personagens. O musical possui letras com abordagens focadas na responsabilidade ambiental e no cuidado com a natureza em tempos de consumo exagerado.
Já na segunda parte, a partir da 15° faixa, os atores participam com as falas e diálogos ao respresentar os personagens: Urubububu ( o fio condutor da história) , Cigarra Bailarina, Corujinha Ruru, Passarinho Verde e o Sapo.
“Urubububu” é um convite para a criança estimular a sua apreciação pelos sons, onde desperta seu imaginário e a curiosidade em saber quais instrumentos utilizados durante o musical.
Serviço:
“Urubububu” : o musical
Preço: R$ 20,00 (vinte reais) aproximadamente
distribuição: Tratore
Onde pode encontrar: Saraiva, Livraria Cultura e Livraria da Vila ou por encomenda
Veja: http://pauliceiadojazz.com.br/?p=4229
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terça-feira, 12 de abril de 2011
Rocco: Energia da criança ilumina o ambiente
Este cavalinho de balanço ajuda a criança a ter uma aula prática sobre o uso e conservação de energia de um modo sustentável. Funciona assim: a criança brinca com o cavalinho e a energia acumulada vai para as manoplas que são as orelhas do brinquedo. Elas podem ser tiradas para iluminar o quarto da criança ou funcionar como lanterna. Confiram mais detalhes no site dos desenvolvedores que concorrem com ele no Greener Gadgets Competition .
Planeta Sustentável: Interruptor muda de cor para conscientizar crianças
Tio é o nome do interruptor em forma de fantasma que avisa, através de sutis luzes, há quanto tempo a lâmpada está acesa. Até uma hora, a expressão do fantasminha é feliz e a luz do interruptor permanece verde. Se a luz é deixada ligada por mais de quatro horas, ele se assusta e fica amarelo. Já se o morador da casa se atreve a deixar a luz acesa por mais de oito horas, o até então amigável fantasma se zanga e fica vermelho. Com o auxílio visual e tátil, espera-se que as crianças comecem a tomar consciência do desperdício de energia logo cedo, e de uma maneira divertida.
Crianças de hoje mudarão as regras do consumo
Banco Imobiliário sustentável tem cartas feitas de papel reciclado e embalagem envolta em plástico especial.
Escovar os dentes com a torneira fechada. Jogos de tabuleiro que simulam compras de áreas de preservação ricas em recursos naturais ao invés de apenas terrenos. Escolas ensinando o ciclo da reciclagem para crianças de 0 a 6 anos. Estamos diante de um novo cenário onde os futuros consumidores exigirão como diferencial a causa verde. Preservar, reaproveitar e não desperdiçar. Assim, os pequenos de hoje estão sendo preparados para o consumo de amanhã, muito mais consciente e responsável.
O tema ganha novos rumos a cada dia. Tragédias ecológicas são noticiadas e o comportamento do consumidor está em cheque. Por isso, já é possível encontrar escolas que ensinam crianças a terem hábitos sustentáveis. Em alguns casos, os pais se preocupam em criar um "eco-chato", apelido dado aos defensores da causa verde. Mas não são apenas as escolas. Se antes o Banco Imobiliário incentivava o consumismo desenfreado aos futuros profissionais diante de um tabuleiro, hoje, o mesmo jogo ganha ares sustentáveis.
As marcas do varejo também aderiram à causa que qualifica a educação dos pequenos sobre a proteção ao planeta. A Danone, por exemplo, lançou o Danoninho Para Plantar e salienta a importância do reflorestamento. Apesar da causa ser verde, o comportamento do consumidor entrou em alerta vermelho.
Brincando de preservar
Com 73 anos de mercado, a Estrela sempre esteve ligada à educação dos pequenos. Jogo da Vida e Banco Imobiliário estiveram nas prateleiras do quarto da maioria das crianças. Por isso, a cada ano, a empresa realiza de três a quatro pesquisas em grupos para saber o que as crianças estão discutindo, vendo na TV e no cinema. A última experiência resultou no Banco Imobiliário Sustentável.
Além de reforçar a importância de ações sustentáveis, o produto também se adequou à causa. A partir de sua produção, a Estrela eliminou o plástico que envolvia as embalagens do jogo, mesmo com a resistência dos varejistas por conta da violação do produto. Ainda é pouco para que o produto não fique apenas no discurso? A Estrela foi além. As cartas do jogo são feitas de papel reciclado, assim como a embalagem, que agora é envolta em um plástico especial feito em parceria com a Brasken. Até o dinheiro usado no Banco Imobiliário Sustentável não é mais o mesmo. Ao invés das notas, os jogadores utilizam crédito de carbono.
O produto foi lançado recentemente no mercado nacional. Tudo porque até a sua distribuição fazia parte de um conceito sustentável. "Até o ano passado, o Banco Imobiliário Sustentável era negociado apenas no Walmart, que tem projeto mundial de sustentabilidade. Por isso que focamos em apenas uma rede, mas desde abril estamos atingindo todo o mercado nacional", diz Aires Fernandes, diretor de marketing da Estrela.
Alfabetização ecológica
A educação das crianças para um mundo sustentável
Organizado por Michael K. Stone e Zenobia Barlow
Editora Cultrix
2006
2006
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Roupas antigas viram arte
É fantástico o trabalho criado pelos artistas Alain Guerra e Neraldo, do Guerra de La Paz. Eles criaram esculturas com peças de roupas antigas que seriam jogadas nos lixões. A ideia é transformar as sobras do consumo de massa em mensagens sobre conflitos internacionais e degradação do meio ambiente.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Plástico verde da lucro recorde a Braskem
Braskem acaba de provar o que muitos já diziam: além de excelente imagem corporativa, medidas sustentáveis geram grandes lucros. No caso em questão, põe lucro nisso. Com investimento de R$500 milhões no projeto de desenvolvimento de sacos plásticos ecológicos ou “verdes” a empresa já estima lucro em torno de R$19 bilhões anuais - isso porque o projeto em questão ainda se encontra em fase de conclusão, embora já tenha arrebanhado contratos de fornecimento para os próximos cinco anos. Entre os clientes iniciais estão Natura, Johnson&Johnson, Estrela, Cromex, Tetra Pak e Shiseido. Mas a empresa já estuda um novo local para o funcionamento da usina produtora do plástico verde (atualmente com produção anual estimada em 200 mil toneladas), uma vez que os resultados iniciais de tal empreendimento são para lá de otimistas. Diferente das sacolas habituais, feitas de petróleo, as sacolas verdes são feitas à base de cana-de-açúcar, ou seja, já no cultivo da matéria prima há captura de gás carbônico da atmosfera. Quando lançado em 2007, a Braskem havia feito um mapeamento das empresas que trabalhavam o conceito de sustentabilidade e comprovou que medidas sustentáveis preservam a natureza e geram negócios mais sustentáveis ainda.
Ecofashion, o luxo do lixo
São modelos confeccionados a partir de fibras de garrafa pet, bambu ou algodão cru. Na medida em que ganham as ruas cresce o número da demanda. Seja por conscientização ambiental ou apenas moda as roupas produzidas com materiais sustentáveis são cada vez mais comuns nas ruas do país, revelando o velho clichê “luxo do lixo”.
Com designs modernos, as grifes têm cada vez mais investido em medidas que otimizem os recursos naturais, preserve o ambiente e, logicamente, satisfaça o público consumidor. Na empresa mineira Boundless, por exemplo, as fibras ecológicas já representam em torno de 20% de toda a malharia - além de já possuir reserva de mercado com vários fornecedores. Embora ainda se restrinja a um público mais esclarecido ou mesmo escolarizado, a tendência mundial aponta para o fato de que estes produtos sejam esmagadora maioria no mercado dos próximos anos já que nossos hábitos cotidianos se mostram cada vez mais irracionais quando o assunto é a preservação da nossa própria casa – o Planeta Terra.
Manaus e o lixo que vira energia elétrica
Em usina situada em algum ponto da zona rural de Manaus, capital do Amazonas, cerca de 50 toneladas de resíduos sólidos viram combustível para equipamento que converte resíduos orgânicos em metano e hidrogênio. Através desta iniciativa, o empreendedor Fernando Garcia da vazão a um potencial energético capaz de alimentar vila com número em torno de 60 casas. Energia elétrica que vem do lixo, em um país no qual mais da metade das cidades brasileiras o despeja em locais abertos e inadequados. Além dos resíduos descartados, são aproveitados também dejetos de animais. Se utilizando do calor do sol, a fazenda gera energia e reduz em torno de 60% o volume do lixo nas cidades. Soluções viáveis que nossos governantes poderiam tomar como exemplo.
Eletrolux lança aspirador de pó produzido com plástico retirado dos mares
Já imaginou se todos, eu disse todos, os eletrodomésticos tivessem acabamento feito com resíduos descartados no meio ambiente? Seria, por exemplo, uma ótima saída para o problema da poluição dos mares, não é? A Eletrolux saiu na frente e trouxe ao público consumidor sua nova linha de aspiradores de pó, toda produzida com acabamento de plástico coletado nos mares do Pacífico, Índico, Atlântico Norte, Mediterrâneo e Báltico.
Através dos diversos modelos disponibilizados pela empresa, a linha Eletrolux Ultra One Green aponta de forma implícita para a diversidade de tipos de poluição em cada região. Assim, cada eletrodoméstico confeccionado possui acabamento diferenciado, a depender da região onde o lixo foi coletado.
A iniciativa da empresa é parte de uma parceria com organizações e voluntários coletores do plástico, promovendo a educação ambiental e, efetivamente, diminuindo os impactos ambientais produzidos pelo consumo do material. Além do mais, tal iniciativa contribui para a preservação das espécies já que o resíduo em decomposição é responsável pela morte de cerca de um milhão de aves marinhas.
Papel higiênico sem rolo de papelão
O tubo de papelão, aquele cilindro que sustenta os rolos de papel higiênico, teve, recentemente, seu fim decretado no norte da América. A empresa Kimberly-Clark lançou nos Estados Unidos seu novo produto higiênico: o Natural Scott Tube-Free. Se trata de um papel higiênico que se mantém em forma cilíndrica sem a necessidade do velho rolo de papelão. A iniciativa surgiu após a constatação de que no país dos “gordinhos” cerca de 17 bilhões destes tubos são acumulados por ano sem encaminhamento do resíduo para setores de reciclagem.
Receita do dia: sabão à base de óleo de cozinha reciclado
Que do óleo de cozinha usado se faz sabão todos já devem saber ou ter ouvido falar. Mas, de forma prática, esta é a receita a ser seguida: Separe 2,5 litros de óleo de cozinha usado, 1 litro de água, 100 mililitros de amaciante de roupa e 500 gramas de soda cáustica em escama. A seguir, insira cuidadosamente no fundo de um balde a soda cáustica e, em seguida, coloque a água fervendo e mexa até o produto químico diluir. Posteriormente, coloque o óleo e o amaciante de sua preferência. Misture os ingredientes até o composto em questão ficar homogêneo. Finalizado o processo, basta colocar a mistura em fôrmas e, após seco, você terá um excelente sabão sustentável!
Lufthansa anuncia primeiro voo sustentável
Por meio de um Airbus modelo 321, a Lufthansa anunciou uma novidade no mercado aéreo: a partir de abril de 2011 terão inicio os primeiros voos comerciais movidos à biocombustível (mistura de óleo vegetal hidrogenado e querosene tradicional). Antes do feito, inédito, os aviões passarão por uma série de testes durante o período de seis meses através da rota diária entre as cidades alemãs de Hamburgo e Frankfurt na qual todos os impactos no uso de tal combustível para a aviação serão estudados. Nomeado Burn Fair [Queime Justamente], o projeto é pioneiro no uso de renováveis em aviões e pode se tornar um marco mundo afora já que empresas como a KLM e a Continental, embora já venham testando biocombustíveis, ainda não realizam voos utilizando óleo vegetal.
Cientistas descobrem plástico “orgânico”
Num mundo em constante poluição e degradação ambiental, tendo como um dos principais vilões o uso do petróleo na confecção de sacolas plásticas que se acumulam em rios e solos, dia após dia empresas, governos e cidadãos têm se reeducado para as diversas temáticas da sustentabilidade: redução, reutilização e reciclagem. Investindo em soluções “verdes”, um grupo de engenheiros químicos da Universidade de Massachussetts (EUA) deram lugar a uma nova forma de reciclagem, sem postos de coleta. Através de biomassa e dejetos agrícolas, resíduos também nocivos ao meio ambiente, conseguiram produzir óleos essenciais capazes de compor detergentes, solventes e plásticos. Os testes iniciais apontam para o caráter renovável do produto em questão, com rendimento de produção cerca de três vezes maior em relação às outras espécies de combustíveis oriundos dos processos habituais. Que a ciência chegue a resultados ainda mais animadores.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Dez atitudes para poupar o meio ambiente no imóvel novo
Enquanto os líderes de países discutem em reuniões, como na conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o clima (COP-16), o destino do mundo com relação ao aquecimento global, cada pessoa pode fazer a sua parte para poupar o meio ambiente. A começar dentro de casa, principalmente, nesta época otimista em que muitos puderam adquirir seu imóvel - segundo a Caixa Econômica Federal, o volume de crédito em 2011 deve crescer em torno de 30%.%.
Assim, antes de mobiliar, revestir, reformar ou construir a casa própria, saiba que existem diversos produtos e serviços que são ambientalmente amigáveis se comparados a outros disponíveis no mercado. E, melhor, ao contrário do que se imagina, podem ser comercializados pelo mesmo valor ou apresentar um custo-benefício interessante, já que proporcionam economia de serviços básicos como água, luz e gás.
Veja dez dicas para montar uma residência ambientalmente correta:
1 - Madeira
Prefira a madeira como acabamento, piso e estrutura, pois ela apresenta menor impacto ambiental se comparada ao ferro e ao alumínio e é um recurso renovável e de alta resistência. No entanto, fique atento à sua procedência. Cheque se ela possui o selo FSC (Forest Stewardship Council, em inglês, que garante um manejo sustentável) ou peça para ver o Documento de Origem Florestal (DOF) ou a Guia Florestal (GF) - ambos uma espécie de RG da peça. Em caso de dúvida, opte pelo MDF ou outros aglomerados de madeira. Apesar de exigirem monocultura de pinus e eucalipto, espécies usadas na fabricação dos conglomerados, cerca de 40% de toda sua produção no país possui certificação FSC.
Prefira a madeira como acabamento, piso e estrutura, pois ela apresenta menor impacto ambiental se comparada ao ferro e ao alumínio e é um recurso renovável e de alta resistência. No entanto, fique atento à sua procedência. Cheque se ela possui o selo FSC (Forest Stewardship Council, em inglês, que garante um manejo sustentável) ou peça para ver o Documento de Origem Florestal (DOF) ou a Guia Florestal (GF) - ambos uma espécie de RG da peça. Em caso de dúvida, opte pelo MDF ou outros aglomerados de madeira. Apesar de exigirem monocultura de pinus e eucalipto, espécies usadas na fabricação dos conglomerados, cerca de 40% de toda sua produção no país possui certificação FSC.
2 - Móveis usados
Antes de procurar mobiliário novo, garimpe em antiquários e em vendas de garagem conhecidas por "família vende tudo". De modo geral, reutilizar exige menos da natureza, pois a peça já foi produzida. Isso também é válido para quem quer renovar o mobiliário já existente. Muitos antiquários aceitam trocas de peças, às vezes, sem cobrar nada. Apenas é necessário levar a mobília para a loja.
Antes de procurar mobiliário novo, garimpe em antiquários e em vendas de garagem conhecidas por "família vende tudo". De modo geral, reutilizar exige menos da natureza, pois a peça já foi produzida. Isso também é válido para quem quer renovar o mobiliário já existente. Muitos antiquários aceitam trocas de peças, às vezes, sem cobrar nada. Apenas é necessário levar a mobília para a loja.
3 - Área externa
Se a residência é uma casa, é recomendável que o chão da área externa seja recoberto por pedriscos, gramado ou por materiais que permitam a penetração de água na terra. Evite revestimentos, como o cimento, que impermeabilizam o terreno. Favorecer a infiltração de água no solo ajuda na absorção da chuva evitando enchentes, principalmente, em grandes cidades.
Se a residência é uma casa, é recomendável que o chão da área externa seja recoberto por pedriscos, gramado ou por materiais que permitam a penetração de água na terra. Evite revestimentos, como o cimento, que impermeabilizam o terreno. Favorecer a infiltração de água no solo ajuda na absorção da chuva evitando enchentes, principalmente, em grandes cidades.
4 - Plantas
Cultive plantas. Manter plantas dentro de casa, na varanda ou no quintal ajuda no conforto térmico da cidade. Além disso, elas consomem o dióxido de carbono (CO2), um dos gases causadores do efeito estufa, realizando o famoso "sequestro de carbono". Porém, dê preferência para plantas provenientes de sua região, evitando as chamadas "exóticas" - elas podem se tornar uma praga para o ecossistema local. Na dúvida, pergunte para a Secretaria de Meio Ambiente do município quais são as plantas endêmicas e, também, as indicadas para serem colocadas no quintal ou na calçada. Plantar a vegetação correta evita, por exemplo, que as raízes destruam o asfalto ou danifiquem a fiação elétrica.
Cultive plantas. Manter plantas dentro de casa, na varanda ou no quintal ajuda no conforto térmico da cidade. Além disso, elas consomem o dióxido de carbono (CO2), um dos gases causadores do efeito estufa, realizando o famoso "sequestro de carbono". Porém, dê preferência para plantas provenientes de sua região, evitando as chamadas "exóticas" - elas podem se tornar uma praga para o ecossistema local. Na dúvida, pergunte para a Secretaria de Meio Ambiente do município quais são as plantas endêmicas e, também, as indicadas para serem colocadas no quintal ou na calçada. Plantar a vegetação correta evita, por exemplo, que as raízes destruam o asfalto ou danifiquem a fiação elétrica.
5 - Reutilize a água
Existem diversos sistemas que permitem, principalmente, captar a água da chuva e reutilizar a água da residência - como a do banho. Geralmente, a água da chuva é captada no telhado e desviada para ser armazenada em grandes recipientes. Essa água pode ser usada para lavar a calçada, carros, etc. Com relação a água do banho, segundo a Sabesp, o registro meio aberto de uma ducha por 15 minutos consome 135 litros de água. Essa água pode ser desviada para um reservatório após passar por filtros e tratamentos. Em seguida, ser utilizada nos vasos sanitários, por exemplo.
Existem diversos sistemas que permitem, principalmente, captar a água da chuva e reutilizar a água da residência - como a do banho. Geralmente, a água da chuva é captada no telhado e desviada para ser armazenada em grandes recipientes. Essa água pode ser usada para lavar a calçada, carros, etc. Com relação a água do banho, segundo a Sabesp, o registro meio aberto de uma ducha por 15 minutos consome 135 litros de água. Essa água pode ser desviada para um reservatório após passar por filtros e tratamentos. Em seguida, ser utilizada nos vasos sanitários, por exemplo.
6 - Energia elétrica
Ao adquirir eletro-eletrônicos verifique qual o consumo de energia deles. Todos os aparelhos comercializados no Brasil possuem uma tabela com letras, por ordem alfabética, de "A", que significa mais eficiência energética, até "E", pior desempenho. Além disso, alguns produtos possuem o Selo Procel de Economia de Energia, concedido pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME). O Selo Procel indica os produtos que apresentam melhores níveis de eficiência energética dentro de sua categoria, ainda mais indicado que o "A".
Ao adquirir eletro-eletrônicos verifique qual o consumo de energia deles. Todos os aparelhos comercializados no Brasil possuem uma tabela com letras, por ordem alfabética, de "A", que significa mais eficiência energética, até "E", pior desempenho. Além disso, alguns produtos possuem o Selo Procel de Economia de Energia, concedido pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME). O Selo Procel indica os produtos que apresentam melhores níveis de eficiência energética dentro de sua categoria, ainda mais indicado que o "A".
7 - Tecidos
Opte por revestimentos de mobílias - como sofás, poltronas, cadeiras, pufes - de fibra natural como de bambu , de bananeira, seda, algodão, juta e linho. Quando descartados, todos se decompõem mais rapidamente do que, por exemplo, o poliéster - um tipo de plástico. Melhor ainda seria optar por tecidos que não foram tingidos, em sua cor original.
Opte por revestimentos de mobílias - como sofás, poltronas, cadeiras, pufes - de fibra natural como de bambu , de bananeira, seda, algodão, juta e linho. Quando descartados, todos se decompõem mais rapidamente do que, por exemplo, o poliéster - um tipo de plástico. Melhor ainda seria optar por tecidos que não foram tingidos, em sua cor original.
8 - Entulho
Qualquer reforma ou construção gera entulho. Em vez de despejar o material em vias públicas - que é expressamente proibido - ou jogá-lo em lixões e aterros, saiba que é possível reaproveitá-lo. Algumas empresas que comercializam pedras aceitam como doação pias ou pedaços de granito ou mármore. Com relação ao destino de outros materiais, algumas cidades possuem pontos de coleta que destinam o entulho para a reciclagem. Vale entrar em contato com a prefeitura, em busca desses locais, antes de despejá-lo sem cuidado. São Paulo, por exemplo, têm os EcoPontos onde qualquer pessoa pode levar os resíduos da construção que, depois, serão reciclados. Osasco, na Grande São Paulo, possui uma usina de reciclagem que recebe entulho de pequenas reformas e construções.
Qualquer reforma ou construção gera entulho. Em vez de despejar o material em vias públicas - que é expressamente proibido - ou jogá-lo em lixões e aterros, saiba que é possível reaproveitá-lo. Algumas empresas que comercializam pedras aceitam como doação pias ou pedaços de granito ou mármore. Com relação ao destino de outros materiais, algumas cidades possuem pontos de coleta que destinam o entulho para a reciclagem. Vale entrar em contato com a prefeitura, em busca desses locais, antes de despejá-lo sem cuidado. São Paulo, por exemplo, têm os EcoPontos onde qualquer pessoa pode levar os resíduos da construção que, depois, serão reciclados. Osasco, na Grande São Paulo, possui uma usina de reciclagem que recebe entulho de pequenas reformas e construções.
9 - Iluminação
Vai trocar as luminárias ou instalá-las no imóvel novo? Dê preferência para lustres e abajures que usam lâmpadas fluorescentes ou Leds. Segundo estudo realizado pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), as lâmpadas fluorescentes chegam a ser 79% mais econômicas que as incandescentes - também geram 70% menos calor, reduzindo a necessidade de ar-condicionado ou ventilador. Com relação ao emprego de Led, fabricantes afirmam que a economia com relação à incandescente pode ser de 80%. Porém, cuidado com o descarte, principalmente, das fluorescentes. Elas possuem mercúrio em sua composição, o que pode contaminar o meio ambiente. Alguns fabricantes e lojas recebem as lâmpadas destinando para a reciclagem. Por fim, pinte o teto e as paredes internas com cores claras que ajudam a refletir a luz. E, assim, diminuem a necessidade de iluminação artificial.
Vai trocar as luminárias ou instalá-las no imóvel novo? Dê preferência para lustres e abajures que usam lâmpadas fluorescentes ou Leds. Segundo estudo realizado pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), as lâmpadas fluorescentes chegam a ser 79% mais econômicas que as incandescentes - também geram 70% menos calor, reduzindo a necessidade de ar-condicionado ou ventilador. Com relação ao emprego de Led, fabricantes afirmam que a economia com relação à incandescente pode ser de 80%. Porém, cuidado com o descarte, principalmente, das fluorescentes. Elas possuem mercúrio em sua composição, o que pode contaminar o meio ambiente. Alguns fabricantes e lojas recebem as lâmpadas destinando para a reciclagem. Por fim, pinte o teto e as paredes internas com cores claras que ajudam a refletir a luz. E, assim, diminuem a necessidade de iluminação artificial.
10 - Utensílios
Opte por utensílios domésticos que agridam menos o meio ambiente. Como por exemplo, use potes de vidro no lugar do tapeware de plástico, prefira vassouras feitas com madeira certificada, escolha vasos de cerâmica do lugar dos feitos com plástico, entre outros. Sempre, antes de adquirir qualquer produto, reflita sobre qual matéria-prima foi empregada em sua fabricação. Conserve os objetos e lembre-se que você faz parte do meio ambiente.
Opte por utensílios domésticos que agridam menos o meio ambiente. Como por exemplo, use potes de vidro no lugar do tapeware de plástico, prefira vassouras feitas com madeira certificada, escolha vasos de cerâmica do lugar dos feitos com plástico, entre outros. Sempre, antes de adquirir qualquer produto, reflita sobre qual matéria-prima foi empregada em sua fabricação. Conserve os objetos e lembre-se que você faz parte do meio ambiente.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Rio aplica 'asfalto verde' em ruas
Revestimento colorido torna a pavimentação mais resistente à deformação.
O Departamento de Estradas e Rodagens do Rio (DER-RJ) também começou a reformar este ano um trecho de 35 km da RJ-122, entre Guapimirim e Cachoeiras de Macacu, com asfalto borracha, que leva 20% de pó de pneus velhos. "É uma inovação brasileira", diz o presidente do DER-RJ, Henrique Ribeiro. Até março, o trecho estará pronto.
Fonte: As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Telhados verdes: eles vieram para ficar
A modalidade começa a ser difundida pelos Estados Unidos e, na Europa, já entrou no estágio da experimentação com novas possibilidades de formas e designs. Além de melhorar a absorção da água da chuva, promover um melhor isolamento acústico e diminuir a concentração de poluentes na atmosfera, um estudo da Universidade de Columbia demonstrou que ao revestir a cobertura de um prédio com uma camada de terra e plantas é possível diminuir em até 84% sua absorção de calor.
Formados em cima de uma membrana impermeável – em contato com a estrutura do teto – , uma camada de drenagem, terra e uma cobertura vegetal, os telhados verdes têm temperaturas muito próximas às do ambiente. Isso ocorre porque as plantas evaporam grandes quantidades de água, resfriando o edifício e atuando como verdadeiro antídoto contra a formação de ilhas de calor urbanas, o aquecimento excessivo gerado pelas construções e asfalto das cidades. Já os tetos convencionais podem atingir temperaturas de 80oC às 13h, mesmo fora do alto verão.
Apesar de custar quase três vezes mais que o convencional, o número de telhados verdes está aumentando nos Estados Unidos. No ano passado, foram implantados em Chicago quase 56 mil metros quadrados de cobertura vegetal em prédios. Breve, esse número vai mais que decuplicar, atingindo 650 mil metros quadrados, pois a cidade tem outros 600 projetos na manga. Washington adicionou mais de 17 mil metros quadrados em 2009, e pretende alcançar a meta de ter 20% de telhados verdes até 2020.
Já em Nova York, a prefeitura criou subsídios para incentivar seus habitantes a recorrer ao telhado verde, e já é possível notar uma Manhattan mais esverdeada. Aprovada em 2008, a lei permite abatimentos em impostos no valor de até U$ 100 mil por ano. E o investimento vale a pena. No James Farley Post Office, edifício com a maior cobertura vegetal da cidade, o escoamento de água da chuva foi reduzido em 75% no verão e 40% no inverno desde que o telhado foi instalado. Isso porque as camadas de plantas e terra absorvem grande parte dessa água, evitando que ela sobrecarregue o sistema de drenagem da cidade e contribua para eventuais enchentes. Além disso, como a cobertura vegetal resfria o prédio no verão e funciona como isolamento térmico no inverno, estima-se que ela promova uma economia de U$30 mil ao ano com gastos de energia.
Na Europa, essa tecnologia tem sido utilizada há quase 30 anos. Em algumas cidades, como Stuttgart, na Alemanha, e Copenhagen, na Dinamarca, a utilização de cobertura vegetal é obrigatória para a maioria das novas construções. E já tem gente experimentando com novas formas e designs. Na Noruega foi construído um hotel com telhado verde ondulado em que os hóspedes podem subir para tomar um ar ou fazer exercícios. Em Amsterdã há um prédio residencial com essa mesma ideia, só que cada apartamento tem a sua própria saída para o terraço. Além disso, a construção foi toda planejada para aproveitar ao máximo a luz natural. E no interior da Polônia foram feitas casas com extensos telhados verdes que quase de se confundem com a vegetação local, diminuindo o impacto da arquitetura na paisagem natural.
domingo, 12 de dezembro de 2010
Mineral FX – cosmético com embalagem à base de milho
A empresa Canadense Cover FX, lançou a base Mineral FX em um pote biodegradável produzido em PLA, uma resina à base de milho que é biodegradável.
Além do bioplástico usado, o design da embalagem transmite a delicadeza do produto em um formato inovador.
A base é feita com produtos naturais sem química apropriado para peles sensíveis (não oleoso, sem talco, aroma ou parabenos).
Maquiagem Orgânica | Physicians Formula. Eu quero!
Ficar mais bela e ao mesmo tempo cuidar do planeta, é possível. As maquiagens orgânicas são produzidas com extratos de origem sustentável, não possuem aditivos químicos, como conservantes e o melhor, não são testadas em animais... =)Infelizmente, como o produto tem menos conservante, costuma, lógico, durar menos que as maquiagens comuns, deve-se usar em no máximo 6 meses.
Aqui no Brasil contamos com poucas opções, mas aos pouco vejo que as marcas estão sentindo a necessidade estender sua gama de produtos. A Avon, que não é brasileira, mas que é muito popular entre as consumidoras de cosméticos do país, está lançando uma linha de makes minerais que já é sucesso em outros países. Estou curiosa.
Com mais de 15 itens, a linha conta também com demaquilantes de origem orgânica.
Resumindo:
- Ecologicamente corretos;
- Hipoalergênicos;
- Não obstruem os poros;
- Não ressecam a pele.
Então tá, né? Vamos lá marcas brasileiras, queremos ficar lindas e ainda cuidar do planeta, você podem nos ajudar?
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