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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Rio aplica 'asfalto verde' em ruas

Revestimento colorido torna a pavimentação mais resistente à deformação.


Os governos municipal e estadual do Rio estão investindo em tecnologias ecológicas para pavimentação de ruas e estradas. Na semana passada, a Secretaria Municipal de Obras aplicou um pigmento verde em um trecho de 350 m² da Estrada Dona Castorina, no Jardim Botânico. O uso do material é um teste para que os técnicos possam conhecer a forma de produzir e aplicar o revestimento, que tem como vantagem tornar o asfalto mais resistente à deformação.

A intenção da Prefeitura é empregar o asfalto colorido em ciclovias e parques. A pigmentação, que pode ser azul, verde, amarela, vermelha ou branca, é feita com temperaturas abaixo de 140ºC, o que reduz as emissões de gases de efeito estufa.
O Departamento de Estradas e Rodagens do Rio (DER-RJ) também começou a reformar este ano um trecho de 35 km da RJ-122, entre Guapimirim e Cachoeiras de Macacu, com asfalto borracha, que leva 20% de pó de pneus velhos. "É uma inovação brasileira", diz o presidente do DER-RJ, Henrique Ribeiro. Até março, o trecho estará pronto.
Fonte: As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Telhados verdes: eles vieram para ficar

A modalidade começa a ser difundida pelos Estados Unidos e, na Europa, já entrou no estágio da experimentação com novas possibilidades de formas e designs. Além de melhorar a absorção da água da chuva, promover um melhor isolamento acústico e diminuir a concentração de poluentes na atmosfera, um estudo da Universidade de Columbia demonstrou que ao revestir a cobertura de um prédio com uma camada de terra e plantas é possível diminuir em até 84% sua absorção de calor.
Formados em cima de uma membrana impermeável –  em contato com a estrutura do teto – , uma camada de drenagem, terra e uma cobertura vegetal, os telhados verdes têm temperaturas muito próximas às do ambiente. Isso ocorre porque as plantas evaporam grandes quantidades de água, resfriando o edifício e atuando como verdadeiro antídoto contra a formação de ilhas de calor urbanas, o aquecimento excessivo gerado pelas construções e asfalto das cidades. Já os tetos convencionais podem atingir temperaturas de 80oC às 13h, mesmo fora do alto verão.

Apesar de custar quase três vezes mais que o convencional, o número de telhados verdes está aumentando nos Estados Unidos. No ano passado, foram implantados em Chicago quase 56 mil metros quadrados de cobertura vegetal em prédios. Breve, esse número vai mais que decuplicar, atingindo 650 mil metros quadrados, pois a cidade tem outros 600 projetos na manga. Washington adicionou mais de 17 mil metros quadrados em 2009, e pretende alcançar a meta de ter 20% de telhados verdes até 2020.
Já em Nova York, a prefeitura criou subsídios para incentivar seus habitantes a recorrer ao telhado verde, e já é possível notar uma Manhattan mais esverdeada. Aprovada em 2008, a lei permite abatimentos em impostos no valor de até U$ 100 mil por ano. E o investimento vale a pena. No James Farley Post Office, edifício com a maior cobertura vegetal da cidade, o escoamento de água da chuva foi reduzido em 75% no verão e 40% no inverno desde que o telhado foi instalado. Isso porque as camadas de plantas e terra absorvem grande parte dessa água, evitando que ela sobrecarregue o sistema de drenagem da cidade e contribua para eventuais enchentes. Além disso, como a cobertura vegetal resfria o prédio no verão e funciona como isolamento térmico no inverno, estima-se que ela promova uma economia de U$30 mil ao ano com gastos de energia.

Na Europa, essa tecnologia tem sido utilizada há quase 30 anos. Em algumas cidades, como Stuttgart, na Alemanha, e Copenhagen, na Dinamarca, a utilização de cobertura vegetal é obrigatória para a maioria das novas construções. E já tem gente experimentando com novas formas e designs. Na Noruega foi construído um hotel com telhado verde ondulado em que os hóspedes podem subir para tomar um ar ou fazer exercícios. Em Amsterdã há um prédio residencial com essa mesma ideia, só que cada apartamento tem a sua própria saída para o terraço. Além disso, a construção foi toda planejada para aproveitar ao máximo a luz natural. E no interior da Polônia foram feitas casas com extensos telhados verdes que quase de se confundem com a vegetação local, diminuindo o impacto da arquitetura na paisagem natural.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Mineral FX – cosmético com embalagem à base de milho

A empresa Canadense Cover FX, lançou a base Mineral FX em um pote biodegradável produzido em PLA, uma resina à base de milho que é biodegradável.
Além do bioplástico usado, o design da embalagem transmite a delicadeza do produto em um formato inovador.
A base é feita com produtos naturais sem química apropriado para peles sensíveis (não oleoso, sem talco, aroma ou parabenos).

Maquiagem Orgânica | Physicians Formula. Eu quero!

Ficar mais bela e ao mesmo tempo cuidar do planeta, é possível. As maquiagens orgânicas são produzidas com extratos de origem sustentável, não possuem aditivos químicos, como conservantes e o melhor, não são testadas em animais... =)Infelizmente, como o produto tem menos conservante, costuma, lógico, durar menos que as maquiagens comuns, deve-se usar em no máximo 6 meses. 


Aqui no Brasil contamos com poucas opções, mas aos pouco vejo que as marcas estão sentindo a necessidade estender sua gama de produtos. A Avon, que não é brasileira, mas que é muito popular entre as consumidoras de cosméticos do país, está lançando uma linha de makes minerais que já é sucesso em outros países. Estou curiosa.



Lá fora, encontramos muitas opções, uma delas é a linha Organic Wear da Physicians Formula. Eu não conheço os produtos, mas as embalagens são lindas, e toda essa ideia de ecologicamente correto, me agrada muito.




Com mais de 15 itens, a linha conta também com demaquilantes de origem orgânica.

Resumindo:
- Ecologicamente corretos;
- Hipoalergênicos;
- Não obstruem os poros;
- Não ressecam a pele.

Então tá, né? Vamos lá marcas brasileiras, queremos ficar lindas e ainda cuidar do planeta, você podem nos ajudar?

Brinquedos ecologicamente corretos

O estúdio Ben Blanc lançou recentemente, durante uma feira em Nova York, um tubarão e uma TV de brinquedo feitos de papelão. Esses brinquedos de papelão oferecem diversão para as crianças por horas. As crianças podem montar, pintar, desenhar e brincar com segurança, pois eles são feitos de papelão reciclado livre de produtos químicos e podem, posteriormente, ser reciclados. Cada um desses brinquedos podem ser montados facilmente sem o uso de ferramentas ou cola, o que faz deles produtos ecologicamente corretos. www.benblanc.com

Designer autraliano cria produtos feitos de papelão e plástico reciclado


Feitos a partir de materiais reciclados e recicláveis, os produtos Tiger do designer australiano Anthony Dan são produtos ecologicamente corretos que podem ser dobrados para tornar o transporte e o armazenamento mais fácil.Os principais materiais usados são plástico e papelão que podem ser reciclados a qualquer hora.
Os produtos incluem uma cadeira de bebê, um banquinho e uma luminária. Todos foram desenhados e criados para durar até mesmo com uso pesado. Além ecologicamente corretos e atraentes, os produtos Tiger já gan haram o prêmio Pad de sustentabilidade de 2007.

Você pode comprar qualquer um desses produtos acessando o site Paper Tiger Porducts.

sábado, 11 de dezembro de 2010

A onda agora é ser sustententável

Não basta mais tornar tangível a qualidade dos produtos ou serviços nas campanhas dos seus clientes. Não basta mais ser criativo ou colocar um cachorrinho na sua peça pra conseguir arrancar uma expressão do consumidor.
A moda agora é ser sustentável. E não é no sentido pejorativo de “modinha”, é no sentido de atitude, de comportamento mesmo.
Pra quem ainda não sabe, o projeto de sustentabilidade trata de assuntos sócioambientais, no qual visa à integração do indivíduo na sociedade de forma íntegra e operante e à conservação do meio ambiente a fim de manter o equilíbrio do planeta, diminuindo e prevenindo catástrofes naturais.
Aproveitando este gancho, algumas empresas associaram seus nomes a estas causas em busca de um fortalecimento de suas marcas. Digamos que o que está ocorrendo é uma espécie de conscientização das empresas em prol de seu desenvolvimento com a diminuição dos danos sociambientais. Em geral as empresas subsidiam programas de proteção ambiental, de geração de empregos e pesquisas em busca de soluções para os dois tipos de problema.
Também pudera, o mundo indo por água abaixo e as pessoas consumindo de forma irresponsável ou simplesmente agindo de forma errada. E aí é que entra a grande sacada da sustentabilidade, ou o famoso “casamento perfeito”, porque as empresas, ao associarem seus nomes a uma causa deste peso, ganham um diferencial competitivo tão forte que atraem consumidores para uma compra responsável e com muito mais chance de fidelização. Agora, me fala, você como consumidor, existe coisa melhor do que consumir sem ficar com peso na consciência, ou melhor, saber que a sua compra refletiu em um benefício para alguém ou para o meio ambiente?
Isto, obviamente, não inclui os dias de TPM, que torna qualquer compra irresponsável e não há sustentabilidade no mundo que equilibre a natureza feminina nesses dias. Brincadeiras a parte, o desafio para nós publicitários é vender a idéia de sustentabilidade para o cliente de forma criativa e no momento, duas campanhas estão se destacando no Brasil, e coincidentemente ambas são da LewLara.
Falemos primeiro da brasileiríssima Natura. Acredito que ela seja o maior exemplo de desenvolvimento sustentável no Brasil, pois aplica o projeto de sustentabilidade como política de trabalho dentro de toda a empresa: na matéria prima dos seus produtos, nas suas embalagens, catálogos e sacolas de papel reciclado, venda de refis, e até mesmo nos estandes de divulgação de seu produto em feiras que são feitos com materiais recicláveis.